Portfólio Violência contra a mulher: a pandemia que não cessa

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DESCRIÇÃO


PORTFÓLIO VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: A PANDEMIA QUE NÃO CESSA 1° semestre

PORTFÓLIO O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM RELAÇÃO ÀS MULHERES 

CURSO: SERVIÇO SOCIAL

DISCIPLINAS :  • Metodologia Científica  • Responsabilidade Social e Ambiental • Homem, Cultura e Sociedade  • Psicologia e Políticas Públicas.

POSSUI UM TOTAL DE 12 PÁGINAS

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A Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) terá como
orientação a discussão sobre o papel do Assistente Social contra a violência doméstica
em relação às mulheres. As preocupações que orientam essa temática se inscrevem
diante do aumento de mulheres em situação violência, diante do quadro de
isolamento e distanciamento social, motivados pela pandemia COVID-19, pois, “as
restrições de movimento, limitações financeiras e insegurança generalizada encorajam
os abusadores, dando-lhes poder e controle adicionais” (MARQUES [et al], 2020, p.2).
Para compreender este cenário, faz-se necessário dedicar-se à uma
breve contextualização acerca das construções sócio-históricas em relação aos papéis
sociais atribuídos às mulheres e aos homens, que demarcam as relações sociais na
esfera do privado e do público. Neste caminho à reflexão, apresenta-se o movimento
das lutas femininas pela igualdade de direitos e de oportunidades, adquirindo maior
representatividade a partir da segunda metade do século XX; sem desconsiderar,
entretanto, as lutas anteriores.

As conquistas na esfera do trabalho, por exemplo, inserem as

mulheres em um campo de dominação que reconhece a existência de sua mão-de-
obra mas, não promove a equidade salarial. Para além da exploração presente no

mercado de trabalho, há outro agravante que se encontra no ambiente da casa, uma
vez que, os trabalhos domésticos, assim como os cuidados com os filhos não são
compartilhados, corroborando a lógica do patriarcado. Entende-se o patriarcado como
um conjunto de ideias e normativas pautadas pela dominação masculina, ou seja, é
atribuído culturalmente o poder aos homens nas relações familiares e públicas.

A violência baseada no gênero está interligada aos aspectos
históricos e culturais constituídos a partir das diferenças entre
homens e mulheres, no qual se reproduz relações de desigualdade
social, resultando em subordinação e dominação do homem sobre a
mulher. A supervalorização masculina, ainda se mantém forte e
presente na sociedade, pois ao longo dos anos, essa valorização do
homem de superioridade em relação a mulher foi reforçada através
do patriarcado e do machismo, surgindo assim efeitos de relações
violentas entre os sexos (PEREIRA, 2019, p. 249).
Evidentemente que, essa nota introdutória não viabiliza a
profundidade do debate teórico desenvolvido pelas diferentes perspectivas científicas
sobre as lutas femininas, o feminismo ou o patriarcado contudo, pode lançar luzes no
que tange à compreensão sobre a violência contra a mulher presente nestas relações
sociais que são cultural e historicamente construídas, fundamentadas pelo poder
masculino.

A violência contra a mulher deve ser analisada a partir das diferentes
formas de manifestação (física, psicológica ou patrimonial) e, é considerada pela OMS
(Organização Mundial da Saúde) como um fenômeno social, de saúde pública e
multifatorial que afetam pessoas, famílias e comunidades (FIOCRUZ, 2020, p.2).

ORIENTAÇÕES DA PRODUÇÃO TEXTUAL

Para realizar a atividade do portfólio você deverá criar um texto de própria
autoria, utilizando-se do material disponibilizado. O texto deverá ser estruturado
seguindo as normas da ABNT e as regras indicadas neste documento de orientação.
Por meio da leitura e interpretação da SGA e da situação-problema destacada,
vocês, futuros profissionais, deverão elaborar uma produção textual com respaldo
metodológico nas disciplinas que foram cursadas ao longo deste semestre.

SITUAÇÃO GERADORA DE APRENDIZAGEM

Nesta situação geradora de aprendizagem a proposta é provocá-lo(a) à reflexão sobre
a violência contra a mulher que é um problema social e de saúde pública, já que viola
os Direitos Humanos Fundamentais e compromete o desenvolvimento social de um
país. Entendendo os desafios propostos pela profissão, partindo do Projeto Ético
Político e a dedicação à Questão Social é fundamental problematizar o papel do(a)
assistente social no combate e prevenção deste tipo de violência. Associado à esta
preocupação, não se pode perder de vistas que, existem obstáculos que muitas vezes
impedem a efetivação de uma rede de serviços, programas e projetos capaz de
consolidar uma política social efetiva de atendimento.

SITUAÇÃO PROBLEMA

Como problemática deste trabalho, a equipe docente disponibiliza alguns
questionamentos capazes de orientar o desenvolvimento de uma análise crítica,
pautada no debate teórico, prático e interdisciplinar. Leia atentamente o fragmento
da reportagem Violência contra a mulher: a pandemia que não cessa.

A violência contra a mulher é uma questão global e um problema de saúde pública que
atinge todas as classes sociais e diferentes níveis de formação cultural, educacional,
religiosa, profissional. Em 2006, entrou em vigor no Brasil a Lei Maria da Penha, que
criou mecanismos de proteção e defesa para coibir o problema, inclusive com normas
estipulando as diversas formas de violência — física, sexual, patrimonial, moral e
psicológica. Antes da Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher era tratada como
um crime de menor potencial ofensivo, ou seja, a punição se limitava a trabalhos
comunitários e pagamento de cestas básicas. Não havia dispositivo legal para
penalizar os agressores com mais rigidez. Com a entrada em vigor da lei em 21 de
setembro de 2006, essa realidade mudou e, além de fazer a sociedade encarar a
violência contra o gênero feminino como crime, ela deixou de ser apenas uma questão
familiar e se tornou também uma responsabilidade do Estado. O problema sempre
existiu ao redor do mundo e ganhou destaque nos últimos anos com a evolução do
papel da mulher no ambiente social, político e profissional, a consolidação do
movimento feminista e a luta pela promoção da igualdade de direitos. [...]

Em meio à crise do novo coronavírus, a quarentena tem sido a medida mais segura
para amenizar o contágio e a propagação do vírus. Com mais homens e mulheres
dentro de casa, porém, o número de agressões aumentou nos últimos meses. Segundo
o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a quantidade de denúncias
de violência contra as mulheres recebidas no canal 180 cresceu quase 40% ao
compararmos o mês de abril de 2020 e 2019.

Disponível em: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/violencia-contra-a-
mulher-a-pandemia-que-nao-cessa/ Acesso 20 jan 2021.

Entende-se que, a violência doméstica contra a mulher brasileira deve ser enfrentada
pelas instituições, órgão de representação pública e não-governamental pois,
compromete o direito de existir das mulheres vítimas das diferentes formas de
violência.

REFERÊNCIAS

BRASIL, ONU MULHERES. Violência contra as mulheres e meninas é pandemia
invisível, afirma diretora executiva da ONU Mulheres. Disponível em:

https://www.onumulheres.org.br/noticias/violencia-contra-as-mulheres-e-meninas-e-
pandemia-invisivel-afirma-diretora-executiva-da-onu-mulheres/ Acesso em 20 jan

2021
____________________. Gênero e COVID-19 na América Latina e no Caribe.

Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2020/03/ONU-
MULHERES-COVID19_LAC.pdf Acesso em 20 jan 2021.

FIOCRUZ. Saúde Mental e Atenção Psicossocial: Violência Doméstica e Familiar na

COVID-19. 2020. Disponível em https://portal.fiocruz.br/documento/saude-mental-e-
atencao-psicossocial-violencia-domestica-e-familiar-na-pandemia-de-covid-19 Acesso

20 jan 2021.
LISBOA, Tereza K; PINHEIRO, Eliane Aparecida. A intervenção do Serviço Social junto à
questão da violência contra a mulher. Katálysis, Florianópolis, v.8, n.2, jul - dez.2005.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/article/view/6111
Acesso em 20 jan 2021.
MARQUES, Emanuele Souza; MORAES, Claudia Leite de; HASSELMANN, Maria Helena;
DESLANDES, Suely Ferreira; REICHENHEIM, Michael Eduardo. A violência contra
mulheres, crianças e adolescentes em tempos de pandemia pela COVID-19: panorama,

motivações e formas de enfrentamento. Cad. Saúde Pública vol.36 no.4 Rio de Janeiro
2020 Epub. Abril 30, 2020. Disponível em:
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2020000400505
Acesso em: 20 jan 2021.
PEREIRA, Thalita Mendes. A atuação do Assistente Social no enfrentamento da
violência doméstica contra a mulher. Revista Moitará. Vol 1, N 5. 2020. Disponível em:
http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/mrss/article/view/5177 Acesso em 20
jan 2021.
TELES, Maria Amélia de Almeida, MELO, Mônica de. O que é Violência contra a
Mulher. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2003.

ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO

A partir das leituras da situação geradora de aprendizagem e da situação-problema
apresentadas, o desafio como futuros profissionais do Serviço Social consiste em
desenvolver um texto crítico, dissertativo-argumentativo, cujas reflexões sejam
subsídios para que possam elaborar uma proposta objetiva de intervenção,
priorizando o atendimento e proteção às mulheres em situação de violência, assim
como a punição ao agressor. Somando-se a essa orientação, você deve se respaldar
nos direcionamentos (questionamentos) das disciplinas do semestre em questão. As
suas contribuições deverão ser expostas observando as referências bibliográficas
indicadas.

No que tange à organização formal, o trabalho deve seguir as seguintes
recomendações:

1. Capa e folha de rosto: Utilizar capa e folha de rosto padronizadas da instituição.

2. Introdução: A introdução (ao menos 1 lauda) deve contemplar:
a. Apresentação do tema;
b. Contextualização do tema;
c. Descrição do que será discutido ao longo do texto.

3. Desenvolvimento: Para o desenvolvimento do trabalho (de 3 a 5 laudas), é
necessário:
a. Responder aos questionamentos de cada uma das disciplinas;
b. Fundamentar teoricamente com base em conceitos extraídos das suas
leituras as quais deverão ser citadas e referenciadas de acordo com as normas
da ABNT.

4. Conclusão: Apresentar as considerações finais acerca do tema. (1 lauda)

5. Anexos e apêndices: Apresentar, caso sejam utilizados, materiais, imagens,
fotografias ou registros.

6. Referências: Apresentar todas as fontes utilizadas para consulta na elaboração das
propostas.

7. Normas da ABNT: devem ser respeitadas e aplicadas em todas as etapas do
trabalho, sendo critério essencial para a realização.

Orientação: Responsabilidade Social e Ambiental

A violência doméstica contra a mulher pode ser vista como uma questão não apenas
social, mas com implicações na saúde pública, já que, as agressões interferem
diretamente no desenvolvimento das potencialidades da mulher, dificultando a
inserção no mercado de trabalho e em sua produtividade.
Estudos apontam que mulheres expostas a violência doméstica e familiar apresentam
uma menor capacidade de concentração e de tomar decisões importantes no trabalho,
por consequência do aumento do estresse, menor produtividade e questões que
envolvem a autoestima. Com isso, existe uma tendência de aumento da instabilidade

no emprego e consequente aumento das taxas de desemprego nessa parcela da
população.
Nesse sentido, empresas devem incorporar no seu planejamento proposta para ajudar
eventuais profissionais que estejam vivenciando essas situações, a fim de auxiliar a
mulher a lidar com a situação e a recuperar todo o potencial produtivo. Essa é uma
questão fundamental relacionada a uma questão de smart business, pois afeta todo o
planejamento estratégico e financeiro de uma empresa.
Dessa forma, imagine que você está participando da elaboração de políticas a serem
adotadas por uma empresa para identificar mulheres que estejam passando por uma
situação de violência e fornecer ajuda para a resolução desse problema. Quais seriam
suas propostas para avançar nessa temática e auxiliar as mulheres que estejam nessa
situação?

Orientação: Homem, Cultura e Sociedade

A formação da sociedade brasileira é pautada por um complexo processo de
desigualdades cuja construção histórica firmou suas bases em uma espécie de
mentalidade colonizada e orientada pelo patriarcalismo e patrimonialismo, que pode
ser entendido como uma herança do modo de produção escravista, que permaneceu
oficialmente até 1888. Considerando esse cenário, ter-se-á como resposta, práticas
objetivas e subjetivas que violaram o direito de existir de homens e mulheres africanos
(as) e seus(suas) descendentes brasileiros(as); e embora a escravidão seja associada ao
racismo, é no pós-abolição que se fortalece sendo institucionalizado pelas narrativas
da inferioridade biológica da população negra, apoiada pelas teorias racistas e pelo
projeto de branqueamento, esse último entendido como possibilidade para o
desenvolvimento nacional. As formas institucionalizadas do racismo no pós-abolição,
pautadas pelo racismo - preconceito - discriminação, ainda compõem a vida da
população negra, contudo, dada às particularidades e singularidades históricas de cada
período, hoje o Brasil se vê caminhando tanto no debate, quanto na prática e, essa
preocupação teve maior relevância a partir do ano de 2001 quando o país firmou

Produção Textual Serviço Social Individual
PTI

acordos internacionais, cuja premissa era desenvolver estratégias políticas, capazes
romper com os altos índices de desigualdade racial.
Dado este contexto, este texto apresenta uma breve introdução para pensarmos esse
debate sobre o racismo do ponto de vista da violência contra as mulheres negras, cujos
corpos objetificados são violentados tanto por serem mulheres, quanto por serem
negras. Entendendo que, tanto a SGA quanto SP têm como premissa o debate sobre a
violência doméstica contra a mulher em tempos da pandemia COVID-19, cujos índices
aumentaram significativamente, é fundamental direcionar o olhar para as mulheres
negras.
Tomando como referência as discussões teóricas realizadas pela disciplina de Homem,
Cultura e Sociedade (assim como as referências bibliográficas indicadas), desenvolva a
reflexão sobre as desigualdades entre homens e mulheres, o impacto da violência
contra as mulheres relacionando com o alto índice às mulheres negras. É fundamental
que a equipe, tenha como orientação a reflexão sobre os impactos do racismo na
sociedade brasileira (problematizando conceitualmente racismo, preconceito e
discriminação).

REFERÊNCIA
CIZOTO, Sonelise Auxiliadora [et al]. Homem, cultura e sociedade. Londrina: Editora e
Distribuidora Educacional S.A., 2016.

CORREIA, Ana Paula de Santana. O estudo da violência de gênero e sua intersecção
com raça e classe social. Fazendo Gênero. Desafios Atuais do Feminismo. Disponível
em:http://www.fg2013.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/20/13728067
21_ARQUIVO_CorreiaAPSII.pdf Acesso 22 jan 2021.

Orientação: Psicologia e Políticas Públicas

A violência contra a mulher deve ser vista em sua complexidade,
multidimensionalidade e historicidade. Regado de diversos desafios e marcos
históricos na luta pelo seu enfrentamento, vale citar, segundo o Pacto Nacional de
Enfrentamento à Violência contra a mulher, as conquistas advindas da criação da Lei

Maria da Penha (Lei no 11.340/06), como a determinação de encaminhamentos das
mulheres em situação de violência, e seus dependentes, a programas e serviços de
proteção e de Assistência Social (BRASIL, 2011).
Nos dias atuais muitos são os índices de violência que se pode notar, principalmente
em relação à violência de gênero. Diante disto, a mulher em situação de violência tem
o direito de estar protegida pelo Estado através de suas políticas públicas, que devem
estar articuladas nas diferentes esferas da vida social. Visando atuar neste sentido, a
Política Nacional de Assistência Social tem um importante papel na prevenção,
assistência, proteção e garantia dos direitos destas mulheres. Discorra sobre a maneira
pela qual a Política Nacional de Assistência Social pode auxiliar nestes casos, qual(is)
o(s) órgão(s) que podem dar o respaldo nestas situações. Além disso, é sabido que
uma das maneiras de se combater a exclusão social e as situações de vulnerabilidade
acontecem através do empoderamento. O que vem a ser isto? Explique sobre o tema.

REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional
de Assistência Social. Orientações Técnicas: Centro de Referência Especializado de
Assistência Social – CREAS. Brasília: Gráfica e Editora Brasil Ltda., 2011.
GROSSI, P.K.; COUTINHO, A.R.C.; BITENCOURT, J.V.. Desafios do atendimento à mulher
em situação de violência no âmbito dos CREAS. Florianópolis, 2015. Disponível em:
https://seminarioservicosocial2017.ufsc.br/files/2017/05/Eixo_3_229.pdf. Acesso em:
25/01/2021.

Orientação: Metodologia Científica.

Após a finalização de todas as etapas anteriores, você precisa desenvolver um texto
dissertativo-argumentativo apresentando todas as questões que foram propostas. É
necessário que o texto seja coerente e contemple as propostas de reflexão
apresentadas anteriormente. Dessa forma, as partes do texto devem “conversar entre
si”, de modo que seja possível perceber como eles se relacionam.

Produção Textual Serviço Social Individual
PTI

Sendo assim, a organização e formatação devem ser feitas de acordo com as normas
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Devem ser observados os
seguintes quesitos: fonte utilizada, parágrafo, espaçamento entre linhas e citações. As
citações devem seguir as orientações para citações diretas e indiretas (NBR 10520 de
2002). Ao finalizar o texto também devem ser apresentadas as referências (NBR 6023
de 2002) utilizadas para a elaboração do documento.

OBSERVAÇÃO

Você pode consultar outras fontes (textos, artigos e afins) sobre o tema, na Biblioteca
Digital, na Biblioteca Virtual e nos materiais das disciplinas, que devem constar nas
referências bibliográficas.


 

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