Portfólio Alterações sistêmicas e nutricionais relacionadas à doença de Chagas

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DESCRIÇÃO


PORTFÓLIO ALTERAÇÕES SISTÊMICAS E NUTRICIONAIS RELACIONADAS À DOENÇA DE CHAGAS

CURSO: NUTRIÇÃO

DISCIPLINAS :  • CMF Digestório, Endócrino e Renal  CMF Nervoso e Cardiorrespiratório  CMF Imune e Hematológico  Bases da Vigilância Sanitária de alimentos  Nutrição, ciência e profissão

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A proposta de Produção Textual Interdisciplinar em Grupo (PTG) terá como temática
“Alterações sistêmicas e nutricionais relacionadas à doença de Chagas”. Escolhemos esta temática
para possibilitar a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse
semestre.
Para tanto, apresentamos a seguir as orientações da atividade.


A partir da leitura e interpretação da Situação Geradora de Aprendizagem (SGA) e,
posteriormente, da Situação-problema, deverá ser elaborada uma produção textual, conforme
instruções a seguir.

2. Leitura e interpretação da SGA

Essa produção textual tem como objetivo central compreender as alterações sistêmicas e
nutricionais que estão relacionadas à doença de Chagas. Logo, as atividades desenvolvidas permitirão
aos alunos uma reflexão sobre os elementos fundamentais envolvidos na assistência
multiprofissional e visão holística da área de saúde.

SITUAÇÃO GERADORA DE APRENDIZAGEM (SGA)

A doença de Chagas é uma das consequências da infecção humana produzida pelo
protozoário flagelado Trypanosoma cruzi que foi descoberta em 1909, pelo pesquisador brasileiro
Carlos Ribeiro Justiniano das Chagas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença de
Chagas está entre as dezessete doenças tropicais negligenciadas, atingindo cerca de 10 milhões de
indivíduos infectados nas Américas, sendo que somente no Brasil há 3 milhões de chagásicos. Essa
doença é responsável pela terceira causa de transplante cardíaco no Brasil.
A infecção pelo Trypanosoma cruzi ocorre durante ou logo após a picada do inseto
Triantominae quando a pessoa coça o local e as fezes eliminadas pelo barbeiro penetram pelo orifício
que ali deixou. A coceira facilita a entrada do tripanossoma no organismo, o que também pode
ocorrer pela mucosa dos olhos, do nariz e da boca, ou por feridas e por cortes recentes na pele. A
transmissão pode ocorrer também via transplacentária da mãe infectada para o feto, por transfusão
de sangue contaminado ou transplante de órgão de um doador infectado e por ingestão de alimentos
contaminados. A ingestão de T. cruzi via oral é responsável por cerca de 70% dos casos agudos da
doença de chagas no Brasil.
Nesse contexto, nossa SGA acompanha a família de Rubens que reside na comunidade Terra
Boa, município de MiraFlores (PA), região considerada endêmica para doença de Chagas.

SITUAÇÃO-PROBLEMA

Rubens, 47 anos, agricultor, casado e pai de 4 filhos, vem apresentando febre, palpitações e
dificuldade para respirar ao mínimo esforço realizado. Além disso, tem reclamado para sua família
da dificuldade para engolir e consequentemente perda de peso. Preocupado, Rubens procurou a UBS
na cidade mais próxima de seu sítio. No exame clínico, Rubens comentou com o médico que há
muitos anos consumia diariamente açaí, o qual era plantado em sua propriedade. Diante dos
sintomas e dessa informação, foi solicitado um exame sorológico, o qual posteriormente apresentou
resultado positivo para doença de Chagas, indicando uma provável transmissão oral do parasita
causador da doença após ingestão de açaí contaminado. Frente ao diagnóstico, outros exames foram
solicitados e iniciado o acompanhamento clínico e medicamentoso de Rubens, com
acompanhamento nutricional, pois aos processos e sistemas fisiológicos que ocorrem no organismo
dependem do equilíbrio nutricional, sendo necessária uma dieta balanceada.
IMPORTANTE: Após a leitura da SGA e devidas reflexões, elaborem um texto que integre e

relacione os pontos levantados em “Desenvolvimento”, mencionado abaixo, com a situação-
problema apresentada. Para isso, busque soluções para os problemas apresentados a seguir, mas,

lembrem-se de que TODOS os desafios propostos devem ser respondidos fazendo a relação entre a
SGA apresentada e a respectiva teoria. Portanto, é fundamental apresentar poder argumentativo e
boa fundamentação das justificativas.
Para o desenvolvimento do trabalho, a equipe deverá consultar e se fundamentar nas
teleaulas, webaulas, sugestões de leitura e no livro-texto disponível na Biblioteca Digital, bem como,
contar com a orientação dos tutores a distância por meio do sistema de mensagens.
Sugestões de referências bibliográficas:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. Fonte:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf. Acesso em
28 de janeiro de 2021.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da Política de
Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira. Brasília: Ministério da Saúde,
2006.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo: patologia geral. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
(Disponível em Minha Biblioteca).
DIAS, J.C.P. et al. II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas, 2015. Epidemiol. Serv. Saúde, 7 Brasília,
25(núm. esp.): 7-86, 2016. Fonte: https://www.scielosp.org/pdf/ress/2016.v25nspe./7-86/pt. Acesso
em: 28 janeiro de 2021.
FERREIRA, R. T.B. ; BRANQUINHO, M. R.; LEITE, P. C. Transmissão oral da doença de Chagas pelo
consumo de açaí: um desafio para a Vigilância Sanitária. Vig Sanit Debate, 2(04):4-11, 2014. Fonte
:https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/9712/2/Vig_Sanit_Debate_2_4-11.pdf . Acesso em: 28
janeiro de 2021.
GERMANO, P.M.L.; GERMANO, M.I.S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 6 ed. Barueri:
Manole, 2019. (Minha biblioteca).
GROSSMAN, S.C., PORTH, C.M. Porth: fisiopatologia. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
(Disponível em Minha Biblioteca).
MIZOGUTI, I. L.; KOIAMA, J.R.; SAPIENZA, J. Doença de chagas: a culpa é do açaí ? Passos Boletim
Informativo: v. 1, n. 1. 2018.
Fonte: http://www.fcf.usp.br/arquivos/Boletins/Boletim%20Informativo%20-
%20Doenca%20de%20Chagas%20-%20Final.pdf. Acesso em: 28 janeiro de 2021.
REZENDE, J. M. A forma digestiva da doença de Chagas: Histórico, quadro clínico e situação atual.
Portal da Doença de Chagas. Disponível em . Acesso em 27 jan.
2021.
SIVERTHORN, D.U. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
(Disponível em Minha Biblioteca).
VANPUTTE, C.; REGANM, J.; RUSSO, A. Anatomia e fisiologia de Seeley. 10. ed. Porto Alegre: AMGH
Editora, 2016. (Disponível em Minha Biblioteca).

Assim, para o desenvolvimento deste trabalho, o grupo deverá refletir sobre a situação-
problema e produzir um texto de acordo com as instruções a seguir:

1. Introdução: discorra sobre o contexto geral do assunto proposto e os principais temas a serem
tratados no desenvolvimento do trabalho.
2. Desenvolvimento: nesse momento, o grupo deverá escrever uma breve fundamentação teórica
abordando os seguintes assuntos:
 A doença de Chagas apresenta-se em variadas formas atingindo variados órgãos. Com relação
a forma digestiva, qual sua definição? Quais são os principais órgãos do trato gastrointestinal
afetados?
 O termo "mega", em se tratando da forma digestiva, está associado as dilatações e alterações
presentes nos órgãos afetados pelo T. cruzi dando origem ao megaesôfago e ao megacólon,
por exemplo. Qual a correlação destas megalias com as alterações ocasionadas pelo agente
etiológico?
 Como a doença de Chagas compromete o processo de digestão e absorção dos nutrientes?
 Muitos pacientes acometidos pela doença de Chagas apresentam alterações no sistema
cardiovascular, como a miocardite e bloqueio no sistema de condução cardíaca, que se
manifestam como sintomas crônicos da doença, muitas vezes após décadas da infecção
inicial. Essas manifestações cardíacas podem levar ao quadro de insuficiência cardíaca grave,
podendo levar o indivíduo ao óbito, se não tratado. Considerando a miocardite, explique
onde se encontra a estrutura acometida e como essa inflamação pode levar a um quadro de
insuficiência cardíaca.
 Considerando a infecção parasitária sofrida por Rubens, observa-se o aparecimento de
processo inflamatório, como por exemplo a miocardite. Focando no processo inflamatório,
podemos considerar a inflamação como um processo bom ou ruim para o organismo
humano? Em toda inflamação temos a presença de todos os sinais cardinais desse processo?
Justifique sua resposta.
 Considerando o fato de o Rubens ter se contaminado com o T.cruzi através da ingestão do
açaí, como ocorre a contaminação por via oral?
 Qual o período de incubação da doença de Chagas por contaminação via oral?
 Para que não haja transmissão da doença de chagas através do consumo do açaí in natura,
devem ser tomados cuidados com a higienização na hora do preparo e consumo. Pensando
na qualidade higiênico-sanitária dos alimentos a serem consumidos por Rubens, devem ser
considerados os processos de manipulação e preparo e alguns cuidados devem ser tomados
a fim de reduzir os riscos de contaminação. Quais seriam esses cuidados de acordo com as
orientações do Guia Alimentar?
 A nutricionista pediu que Rubens relatasse a sua alimentação para que pudesse realizar as
orientações nutricionais adequadas. A alimentação habitual dele é:
Café da manhã: 1 copo de leite com café adoçado com açúcar; 1 pão francês com manteiga.
Lanche da manhã: 4 biscoitos recheados.
Almoço: 3 colheres de servir de arroz; 1 filé de frango ou bife frito; 1 copo de refrigerante.
Lanche da tarde: 1 copo de leite com café adoçado com açúcar; 1 pão francês com manteiga.
Jantar: 2 pacotes de miojo com tempero ou 2 cachorros-quentes; 1 copo de refrigerante.
Considerando a alimentação acima, quais as orientações nutricionais específicas podem ser

realizadas e quais grupos alimentares devem ser acrescentados na alimentação de Rubens baseando-
se no Guia Alimentar?

3. Considerações finais: para a finalização do texto, deve ser feita uma retomada do tema-base, com
a síntese do seu posicionamento em relação ao caso discutido e ao relatório elaborado. (No máximo
1 lauda).


 

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