PORTFÓLIO A QUESTÃO SOCIAL E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO EM TEMPOS DE PANDEMIA NO BRASIL

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DESCRIÇÃO


PORTFÓLIO A QUESTÃO SOCIAL E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO EM TEMPOS DE PANDEMIA NO BRASIL

CURSO: SERVIÇO SOCIAL

SEMESTRE: 3° e 4°

POSSUI UM TOTAL DE 11 PÁGINAS


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A proposta de Produção Textual em Grupo (PTG) terá como temática: “A questão social e a
precarização do trabalho em tempos de pandemia no Brasil. ” Tal tema se coloca pertinente
frente a uma problemática que vimos se adensar nos últimos anos, e que tem sido objeto de
investigação daqueles que buscam decifrar a sociedade contemporânea em seus principais
desafios.
Já a algum tempo os assistentes sociais vem se deparando com relações sociais ligadas ao
mundo do trabalho com tonalidades mais precárias, como flexibilizações de direitos duramente
conquistados, o desemprego estrutural, as situações análogas ao trabalho escravo, bem como
outras expressões que assolam a classe que vive da venda de seu trabalho.
Debruçar-se sob tais desafios, buscando compreendê-los em suas expressões, faz parte das
competências almejadas pelo curso de Serviço Social, a fim de fornecer maiores subsídios para o
exercício profissional vislumbrado nesta formação.

Esperamos que o tema possa provocar em vocês a dimensão investigativa, tecendo análises
a luz dos conhecimentos veiculados neste semestre e somado ao acúmulo que traz em sua vida
acadêmica.

SITUAÇÃO GERADORA DE APRENDIZAGEM (SGA)
3. Leia e interprete a Situação Geradora de Aprendizagem (SGA)

Situação Problema

“Só os acidentes de trabalho, quando trabalhavam em empresas que tinham seguro
contra este tipo de risco, davam-lhes o lazer (...). O desemprego, que não era segurado, era o mais

temido dos males (...) O trabalho (...) não era uma virtude, mas uma necessidade que, para permitir
viver, levava a morte (...). Era o privilégio da servidão.” (CAMUS 1994).

A frase acima é emblemática ao se tratar das precárias relações de trabalho a que são
submetidos aqueles cuja classe se caracteriza pela venda de seu labor, onde nada possuem a não
ser a dedicação intensa do tempo de suas vidas a atividades alheias a seus interesses.

Pois bem, somos filiados a uma teoria social crítica, a qual compreende que as
capacidades genéricas emergem a partir do trabalho, característica essencialmente humana que
transforma a natureza, este homem e tudo a sua volta.

O trabalho é, antes de tudo, em termos genéricos o ponto de partida da humanização
do homem, do refinamento de suas faculdades, processo do qual não deve esquecer o domínio
sobre si mesmo. (LUKÁCS 1979, p 87).

Temos conosco que apesar desta atividade essencialmente humana ser o ponto de
partida para as capacidades ontológicas do ser humano genérico, o trabalho não resume o homem
em sua essência, mas este parte do trabalho para constituir-se em um mundo à parte, em que sua
interação com a natureza e com os demais seres humanos possibilita um outro mundo, o mundo
dos homens, dotados de cultura, de ética, de ferramentas que interagem direta e indiretamente
com o globo.

É sabido também que o homem constrói sua própria história, no entanto, não a constrói
conforme seus desejos, mas sim, diante das condições que lhe são impostas em seu curso histórico.
(MARX, 2006)

Na sociedade capitalista, esta característica do trabalho, que é algo essencialmente
humano, descaracteriza-se enquanto tal, transformando-se em algo alheio ao desejo do homem,
mas subordinando-se em uma relação de compra e venda, na qual a classe essencialmente oposta e
concretamente possuidora dos meios de produção compram a força de trabalho da classe
subalterna, sob condições cada vez mais precárias, submetendo a humanidade a constrangimentos
inferiores aos padrões civilizatórios de cada tempo.

NETTO (2009) afirma que a pobreza sempre esteve presente na história da humanidade,
porém sempre ligada a condições adversas no embate com a natureza ou aos próprios povos, a
exemplo de catástrofes climáticas ou combate de povos distintos, que levavam a condições limites

na sobrevivência da humanidade. No entanto, na sociedade capitalista há uma contradição, neste
período civilizatório o homem tem as maiores potencialidades de prevenção de eventos
catastróficos naturais e climáticos, maior alcance da tecnologia e da informação, entre outros, mas
se constata uma ordem inversamente proporcional: a elevação da pobreza.

Com isso afirmamos na mesma direção que há flagrante concentração de riqueza na
mão de uma classe, que aliada a todos os meios tecnológicos herdados da história da humanidade,
se apropria dos frutos coletivamente produzidos e submente um expressivo contingente
populacional aos limites da sobrevivência.

ANTUNES (2020), em sua obra recente “O Privilégio da Servidão: o novo proletariado de
serviços na era digital”, percorre um extensivo caminho desmistificando a conjuntura atual de
precarização do mundo do trabalho, revelando a trilha do capital, o fenômeno asiático, as
alterações das instituições que deveriam se posicionar a favor da classe que vive do trabalho entre
outros aspectos.

Nesta obra, o autor afirma que há uma crise global das relações trabalhistas,
submetendo países mais desenvolvidos e menos desenvolvidos a novos padrões de exploração a
níveis talvez ainda não vivenciados em outras épocas, ou ainda retomando as extremas explorações
a que tanto vimos nos emblemáticos registros históricos do século XIX.

Caros discentes, tal situação tende a se agravar ainda mais em tempos de crise global de
saúde. O mundo globalizado comercialmente colhe os frutos das quebras de barreiras comerciais
cuja mobilidade que tanto serviu para o exponencial crescimento econômico de algumas nações
fragiliza o controle de uma pandemia que submete a humanidade a restrições de atividades.
Aqui, no Brasil contemporâneo, externado o ódio à crítica do capitalismo sob a bandeira
quase irracional do nacionalismo de extrema direita, nos deparamos com o velho travestido de
novo. Com a retórica do apelo ao trabalho em um mundo escasso de tal característica e sob o falido
argumento de que as políticas sociais sobrecarregam a iniciativa privada e restringe a geração de
emprego.

Pois bem, este portifólio tem por menção refletir sobre as condições de trabalho a que
estamos nos submetendo, agravada por um tempo de pandemia e que precede um discurso de
uma solidariedade invertida, na qual se apela para o espoliado salvar o seu algoz.

Assim, as reflexões devem vir neste sentido, construir um texto que possa abordar o

fenômeno da precarização das relações de trabalho agravadas pela pandemia.

Faça suas reflexões a luz dos conteúdos veiculados em nossas disciplinas e nas

referências bibliográficas indicadas.
Esse trabalho se constitui de algumas etapas fundamentais para estruturar o trabalho
acadêmico, nesse sentido, apontamos um caminho de itens que necessariamente devem constar
de seu trabalho.


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