PORTFÓLIO A INVISIBILIDADE SOCIAL DO VÍRUS

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DESCRIÇÃO


PORTFÓLIO A INVISIBILIDADE SOCIAL DO VÍRUS

Curso: Serviço Social

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A proposta de Produção Textual Interdisciplinar (PTI), terá como temática “A ‘invisibilidade’ social do vírus”. Escolhemos esta temática para possibilitar a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse semestre. Inicialmente, é importante que você realize a leitura atenta da situação descrita para, na sequência, seguir as orientações apresentadas em cada uma das etapas subsequentes de modo a organizar suas ideias para a conclusão, com qualidade, deste trabalho.

Por meio da leitura da SGA (Situação Geradora de Aprendizagem), você deve buscar os elementos importantes que irão conduzir sua análise. Para essa SGA, um artigo publicado na APS em revista; Rede de Pesquisas em Atenção Primária à Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Esse artigo será utilizado apenas como a nossa Situação Geradora de Aprendizagem por problematizar a pandemia em seus aspectos da saúde e também sociais de maneira direta e como relatos de experiências locais no enfrentamento à Covid- 19.

Situação Geradora de Aprendizagem (SGA)

A pandemia COVID-19 no Brasil: ecos e reflexos nas comunidades periféricas

Maria Helena Magalhães de Mendonça, Aluisio Gomes da Silva Junior, Carlos Leonardo Figueiredo Cunha, Paula Kwamme Latgé

A crise atual do capitalismo que incide diretamente na crise sanitária agravada pela pandemia da COVID-19, exige respostas da esfera política para as ameaças da cidadania, dos processos democráticos e da proteção social, que agravam a recessão e depressão econômicas, o avanço do desemprego e desproteção do trabalho. Estas respostas tencionam entre a perspectiva liberal que demanda por uma economia capitalista ativa (mesmo que a base da circulação de trabalhadores informais, precários) e a adoção de medidas de proteção social emergencial indutoras de isolamento social e implementação de medidas de distribuição de renda, ampliação do emprego e acesso ao sistema de serviços sociais e de saúde integrais que se opõem a austeridade fiscal. As dificuldades estruturais da vida coletiva nas grandes cidades fazem com que diversos segmentos busquem alternativas na economia solidária e novas formas de organização social comunitárias e periféricas. Contudo, desde os primeiros momentos da pandemia ensaiava-se um consenso amplo quanto à necessidade de intervenção do Estado para regular as relações sociais e formular políticas sociais, de dimensão pública. A implementação de medidas sanitárias são fundamentais para exercer autoridade, cuidar e recuperar um conjunto da população de milhares de pessoas, que podem ser afetadas mais drasticamente por esta pandemia de forte corte social, pois atinge diferentemente a população que vive em condições mais precárias e vulneráveis. São muitas as vozes e mentes a lembrar que as condições sociais e epidemiológicas que induzem a necessidade de isolamento social e sua face real – individual ou coletiva-, serão responsáveis por circunstâncias de grandes desigualdades sociais entre grupos de risco por doenças crônicas, por condições de exclusão e vulnerabilidades (população de rua, carcerária, pobres, pessoas que vivem com HIV, indígenas e quilombolas) e a população em geral. Nos últimos anos, a assistência a esses diferentes grupos tem sido objeto de políticas especificas, que visam aproximar os serviços de saúde da população respondendo às características e necessidades determinadas e enfatizando as dificuldades de acesso.

A estruturação de programas pelas secretarias de saúde de estados e municípios como Consultório na Rua, saúde indígena e de populações remotas aproximaram o SUS dessas populações, buscando
conhecer melhor suas demandas no seu território em articulação com os atores do nível local. Esses grupos vivem cotidianamente situações de isolamento, que agora podem se agravar caso não haja uma consistente prevenção da COVID-19. Na pandemia, cuidar das populações em situação vulnerável nas grandes cidades é acolhê-las ou ofertar serviços sociassistenciais público ou privado de acordo com o marco legal de acolhimento institucional, ou tornar a rua menos nociva para quem nela permanecer em consequência da desigualdade socioeconômica brasileira. Os serviços públicos do SUS devem acolhê-las, sem restrições em relação ao seu modo de vida, em ação articulada entre diversos atores do Estado (da saúde, da saúde mental, da assistência social, alimentação, trabalho, etc.) e as iniciativas da sociedade civil. Portanto as ações públicas tendem a ser intersetoriais e interinstitucionais com base em informações seguras da dimensão dessa população, suas comorbidades, etc. que podem ser agravadas no contexto da pandemia. Historicamente, as análises de saúde pública nos mostram a importância de eventos emergenciais para construir respostas públicas de largo alcance que reflitam o presente e projetem o futuro. As medidas sanitárias neste contexto quando se voltam a população em geral e as que vivem em condições mais precárias e vulneráveis nas favelas, bairros populares, constituindo-se em grupos de risco por doenças crônicas e por condições de exclusão social (população de rua, carcerária, pobres, pessoas que vivem com HIV, indígenas e quilombolas), devem se apoiar em mapeamentos dos grupos que orientem a atuação do Estado em conformidade com o conhecimento por eles produzidos em seu território, dando suporte ao acompanhamento, prevenção, assistência e recuperação dos doentes com acesso a atenção primária no SUS. Essa pressão sobre os sistemas e serviços de saúde por recursos e acesso requer maior dotação orçamentária, na contramão da política austera adotada nos últimos anos que amplia a exclusão social e informalidade nas relações trabalhistas. O desafio agora é romper entraves, recuperar políticas sociais e resguardar o conceito de seguridade social mais abrangente contido na Constituição de 1988 para o exercício da cidadania e da democracia, efeito de muitas tensões e disputas na esfera pública. Se falta uma ação estatal estruturada e coordenada em plano emergencial de assistência para toda população e recuperação da sociedade/economia pós pandemia, vê-se com esperança movimentos sociais baseados em cooperação social e solidariedade no enfrentamento da crise sanitária por iniciativas da sociedade civil organizadas em coletivos em alianças com instituições e governos locais que se voltam ao bem estar da sociedade

 

continua ...


 

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